11 Dezembro 2005
Uma declaração sobre os professores do Ensino Médio - Parte II
No segundo ano, percebemos que não éramos tão ingênuos como no primeiro ano, mas ainda faltavam muito para adquirimos a experiência do terceiro. Em outras palavras: ainda tínhamos que caminhar bastante.
Logo depois, descobrimos que teríamos toda a ajuda necessária para realizar este outro passo. Dentre as pessoas que nós ajudaria, estavam lá uma tia literária amante de Jazz, com um cabelo vermelho diferente do normal (aliás, ela é diferente em muitos sentidos), uma loira que achava que a física é maravilhosa, que poderia ser utilizada com bastantes benefícios, e um homem que nos fez caminhar pelo Brasil descobrindo a geografia e a cultura de todos os pontos longínquos do país.
È claro que, além das aulas, descobrimos algumas coisas boas da vida segundo o ponto de Vista de um dinossauro da biologia. Também aprendemos a gostar de cebolas com melão e a nunca chamar um São Paulino de "Bambi". Também descobrimos um outro ponto de vista dos fatos históricos da humanidade com um professor que se tornaria vereador de Santos no ano seguinte.
Aliás, precisamos avisar que nos tornamos um pouco mais humanos ao observarmos todas as catástrofes que poderiam acontecer com o planeta e alguns contratempos com nossos professores. Foi difícil, mas conseguimos.
Não podemos esquecer do Haroldo, que com seu aspecto de Tio Vítor e sua voz "estridente", agradou a gregos e troianos.
Para relatarmos nossas idéias num papel, recebemos ajuda de outras pessoas que, mesmo em pequenos entraves causados por um trem, sempre estavam dispostas a nos ajudar.
Aprendemos a ser um pouco mais alquimistas no laboratório de química, um pouco mais sarcásticos nos laboratórios de física e um pouco mais doces nos laboratórios de matemática.
E, falando em matemática, alguém que está aqui se lembra da cara do Cetra ao nos rever no segundo ano???
(Continua...)
:: Escrito por Fellipy |
17:08 | ::